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A respeito da OOAS

Missão, visão e objectivo da OOAS

Missão


A Organização Oeste Africana da Saúde tem por objectivo oferecer o nível mais elevado possível em matéria de prestação de cuidados de saúde às populações da sub-região com base na harmonização das políticas dos Estados-membros, na partilha de recursos e na cooperação entre os Estados-membros e os países terceiros a fim de encontrar, colectiva e estrategicamente, soluções para os problemas da sub-região.


Visão


A OOAS é reconhecida pelos Estados-membros e a Comunidade Internacional como sendo o instrumento principal de integração regional em matéria de saúde capaz de ter intervenções e programas eficazes com grande impacto.


Objectivo


Melhorar de forma significativa a qualidade da gestão dos sistemas de saúde e de prestação de cuidados às populações da sub-região através do desenvolvimento e do apoio às políticas integradas de saúde, assim como as iniciativas relativas à reforma dos programas.

Princípios Directores

O cumprimento da missão da OOAS significa realizar acções que visem:

  • Facilitar a circulação dos recursos de saúde no espaço CEDEAO;
  • Evitar que os países sejam vítimas dos problemas sanitários surgidos noutros por causa da livre circulação de pessoas;
  • Partilhar e mobilizar recursos para a realização de operações difíceis de executar por um único Estado-membro.

No Primeiro Plano Estratégico, tinham sido tomadas medidas para reforçar as capacidades da OOAS em matéria de recursos humanos através de um processo contínuo de recrutamentos. Por outro lado, foram realizados progressos em matéria de harmonização e de coordenação de políticas em determinadas áreas. Por conseguinte, para além da consolidação destas vitórias, o Segundo Plano Estratégico realçará igualmente o apoio aos países para a implementação eficaz das políticas harmonizadas.
Do ponto de vista da definição de orientações estratégicas, as projecções demográficas revelam uma duplicação da população da sub-região de 27 em 27 anos, mas igualmente a urbanização progressiva em todos os países. Esta dinâmica demográfica implica, entre outras coisas, a necessidade de alargar as capacidades de prestação de cuidados de saúde, mesmo com a hipótese de manutenção do mesmo nível de cobertura sanitária, mas igualmente a de aumentar o rendimento das actuais infra-estruturas sanitárias.
O que se questiona a seguir é saber como garantir o financiamento sustentável do acesso aos cuidados de saúde, mas também como optimizar a afectação dos recursos entre os cuidados de prevenção e os de tratamento.